Como a Luci entra na rotina da instituição
Dado de estudante é dado pessoal, e boa parte dele é sensível. Por isso reunimos aqui, de forma direta, como a tutora é instalada, o que fica acordado em contrato e quem responde pelo dado do aluno.
Os dados são da instituição. A inteligência é da Buobe Cloud.
A Buobe Cloud é infraestrutura de inteligência artificial, com foco em laboratório e hospedagem de modelos. Ela não guarda conteúdo de cliente, e não precisa guardar: quem responde pelo ambiente onde vivem os materiais e os dados dos alunos é a própria instituição, no provedor que ela já usa e escolheu.
Responde pelos dados
- Material das disciplinas: planos de aula, slides, listas, bibliografia
- Acervo da biblioteca digital
- Base de alunos, matrícula e histórico
- Registros de uso, se a instituição quiser mantê-los
Responde pela inteligência
- O modelo de inteligência artificial que redige a resposta
- A pergunta do aluno e o trecho do material necessário para respondê-la
- O processamento, que acontece na hora e não é retido depois
Sendo direto sobre o que trafega: para responder uma dúvida, a Luci precisa enviar à API a pergunta do aluno e o trecho do material que sustenta a resposta. Não é a base inteira, não fica armazenado depois e não alimenta treinamento. É esse recorte, e o prazo em que ele existe, que o contrato de tratamento descreve.
Compromissos da implantação
Estes pontos não são política de uso: entram no contrato de tratamento assinado com a instituição.
Escopo de uso definido
O dado do aluno é tratado apenas para as finalidades acordadas com a instituição, e nada além disso.
Sem troca de fornecedor
A Luci convive com o ambiente que a instituição já usa. Não substitui o AVA nem exige migração de base.
A instituição é a controladora
Finalidade, prazo de retenção e eliminação do dado definidos em contrato de tratamento, sob a LGPD.
Conversa não treina modelo
O que o aluno escreve não alimenta modelo de terceiro e não é comercializado em nenhuma forma.
A Luci nasce de duas casas
Ela não é um aplicativo montado sobre a API de um terceiro. É um produto conjunto: quem conhece a educação de um lado, quem desenvolve a inteligência artificial do outro.
+Mais Solidário
O ecossistema de inclusão educacional que já conecta estudantes a bolsas em vagas ociosas e leva benefício educacional a trabalhadores. É a casa que entende a rotina da instituição e a do aluno que evade.
maissolidario.com.brA deeptech que desenvolve a inteligência artificial da Luci. O motor de coleta e classificação de informação da Buobe roda em produção e fica visível ao vivo no site, aberto para verificação a qualquer momento.
Ver o motor ao vivoParceira de infraestrutura
O braço de infraestrutura do grupo, hoje na primeira fase: um laboratório de pesquisa em inteligência artificial em Igarassu, Pernambuco. É o caminho pelo qual a Luci deixa de depender de capacidade de terceiros à medida que a operação cresce.
As perguntas que sempre aparecem
São as questões que as áreas de tecnologia e jurídico costumam levantar antes de aprovar uma ferramenta de IA.
Vocês têm nuvem própria? Onde ficam os nossos dados?+
O material da instituição fica onde já está, nos servidores da própria instituição. A Buobe Cloud é infraestrutura de inteligência artificial, voltada a laboratório e hospedagem de modelos, e não a repositório de conteúdo de cliente. A Luci consulta a API da Buobe para gerar a resposta e devolve o resultado, sem que a base de vocês mude de lugar.
Então nada do nosso conteúdo sai da instituição?+
A base não sai. O que trafega, no momento da pergunta, é o trecho do material necessário para sustentar aquela resposta específica, junto com a dúvida do aluno. Esse recorte é processado e não fica armazenado depois. Preferimos ser exatos nisso: dizer que nada trafega seria falso, porque a resposta precisa ser gerada a partir de algum conteúdo.
Quem é o controlador dos dados?+
A instituição. A Buobe atua como operadora, tratando o dado apenas para as finalidades definidas no contrato. Finalidade, prazo de retenção e regra de eliminação entram no contrato de tratamento, na forma que a LGPD exige.
O conteúdo das conversas é usado para treinar modelo?+
Não. Conversa de aluno não alimenta modelo de terceiro nem é comercializada. O material da disciplina cadastrado pelo professor alimenta as respostas da Luci para os alunos daquela disciplina e continua pertencendo à instituição e a quem o produziu.
A Luci substitui o nosso ambiente virtual de aprendizagem?+
Não, e não exige migração. A Luci se conecta ao ambiente que a instituição já usa. Não troca o AVA, não move base de dados e não muda a rotina do professor.
Já operamos infraestrutura própria. Precisamos mudar de fornecedor?+
Não, e esse é justamente o modelo mais comum. A instituição continua com o seu ambiente e o seu fornecedor; o que entra é o acesso à API que gera as respostas. A camada de inteligência é contratada como serviço, não como substituição de infraestrutura.
Como é feito o dimensionamento para a nossa base?+
Por aluno matriculado. O piloto serve também para medir o consumo real antes de dimensionar a base completa, e é nessa etapa que a arquitetura de atendimento é acordada com a sua equipe.
O que acontece com o nosso conteúdo no fim do contrato?+
O material cadastrado e os registros de uso são eliminados ou devolvidos conforme o que estiver definido no contrato de tratamento. Essa é uma cláusula da negociação, não uma política unilateral nossa.
Cada instituição tem suas próprias exigências de segurança e de contrato. A conversa técnica é a primeira etapa da implantação, antes do piloto, e é onde esses pontos são acertados.